A administração Trump está terminando a prática de reabastecimento aéreo de aeronaves da coalizão.
247 - O novo pacote de tarifas imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em seu segundo mandato, provocou reações imediatas no cenário internacional e tem potencial para impactar economias em todo o mundo. No Brasil, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, alertou para os riscos da medida, mas também destacou as oportunidades que podem ser exploradas pelo país. As declarações foram feitas na quinta-feira (10), durante um seminário sobre cooperativismo na sede do banco, no Rio de Janeiro, segundo o Valor Econômico.
"O protecionismo comercial resultante das tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, traz risco de pressão inflacionária e choque externo global”, afirmou Mercadante. Segundo ele, no entanto, o Brasil pode se beneficiar da nova configuração geoeconômica. “Para a agricultura e para pecuária brasileiras, eu avalio que o Brasil vai ter mercados que vão se abrir com muito mais velocidade, porque os Estados Unidos são um concorrente nesse segmento".
Continue lendo Mercadante alertou para os efeitos sistêmicos dessa disputa. “Essa confrontação comercial dos Estados Unidos que o governo Trump estabeleceu com a China vai trazer muita segmentação, porque as duas economias juntas representam quase metade do PIB mundial, então quando você gera uma barreira ao comércio e as cadeias produtivas são integradas, gera muita tensão”, explicou.
O presidente do BNDES enfatizou ainda a instabilidade provocada pelo tarifaço, inclusive nos próprios Estados Unidos. “É seguro que esse processo vai trazer alguma pressão inflacionária para todos os países, um choque externo global e vai atrasar investimentos".
Apesar do cenário tenso, Mercadante acredita que o Brasil e a América do Sul foram relativamente poupados neste primeiro momento. Ele mencionou o reposicionamento do México e do Canadá, que já buscam novas alianças comerciais, e sugeriu que o Brasil adote a mesma postura. “A União Europeia também vai se aproximar do Sul Global e do BRICS, com novas pontes estratégicas".
No setor energético, o presidente do banco de fomento apontou que o aumento do protecionismo pode encarecer o custo da energia, mas que o Brasil está bem posicionado. “Ter uma empresa como a Petrobras ajuda a reduzir o preço interno de combustível e é muito importante para ganhar competitividade”, afirmou. Ainda segundo ele, o Brasil precisa ampliar sua capacidade de refino. “Somos importadores de derivados, então temos que aumentar a nossa capacidade de refino para ter uma eficiência plena. Tem uma vantagem competitiva, porque as barreiras comerciais vão encarecer".
Por fim, Mercadante defendeu a exploração de petróleo na Margem Equatorial, desde que cumpridas todas as exigências ambientais. “Nós precisamos também avaliar qual é o nosso potencial de petróleo na Margem Equatorial. Pesquisa é uma coisa importante na economia e conhecimento científico é fundamental para o debate".
A fala de Mercadante revela um olhar pragmático sobre os desafios impostos pelo novo cenário global, reconhecendo os riscos, mas também apostando na capacidade do Brasil de se adaptar e tirar proveito das novas oportunidades.
247 - A China suspendeu a compra de carne bovina de mais da metade dos fornecedores americanos em meio à crescente guerra tarifária que os Estados Unidos impõem ao gigante asiático. O Brasil, por sua vez, observa uma possível janela de oportunidade para ampliar suas exportações ao país. Em maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viajará à China para um encontro com o presidente Xi Jinping.
Segundo a Folha de S.Paulo, atualmente, 654 empresas americanas estão registradas para vender carne bovina para a China. Porém, 392 desses estabelecimentos tiveram suas transações suspensas pela Administração Geral das Alfândegas da China, o que representa 60% dos fornecedores do setor.
Nos últimos dias, o número de suspensões tem aumentado, com fornecedores de carne de aves e suínos também sendo afetados. Nas últimas duas semanas, nove empresas tiveram suas habilitações não renovadas, incluindo a American Proteins, a Mountaire Farms of Delaware e a Coastal Processing, ligadas à exportação de carne de aves e farinha de ossos.
Em comunicado, o Departamento de Segurança Alimentar de Importação e Exportação da Administração Geral das Alfândegas da China explicou que as suspensões são uma medida preventiva para evitar riscos à segurança alimentar. A China alegou que tais ações estão em conformidade com as leis e regulamentos locais, bem como com os padrões internacionais, e visam garantir a segurança alimentar de forma científica e razoável.
Perguntas Frequentes
O que é um Mojito?
O mojito é um coquetel cubano clássico e refrescante, preparado com rum branco, hortelã fresca, suco de limão (taiti), açúcar e água com gás. É montado em copo longo com bastante gelo, oferecendo um equilíbrio entre o cítrico, o doce e o aroma herbáceo da hortelã, ideal para dias quentes.
Quem inventou o Mojito?
O mojito é um coquetel originário de Cuba, com raízes no século XVI, frequentemente associado ao corsário inglês Sir Francis Drake, que teria criado uma versão primitiva chamada "El Draque" usando aguardente, açúcar, limão e hortelã para fins medicinais. A bebida evoluiu em Havana, trocando a aguardente por rum e ganhando popularidade internacional graças ao escritor Ernest Hemingway.
Qual a diferença entre Mojito e Caipirinha?
A principal diferença entre Mojito e Caipirinha está no destilado e na presença de hortelã e água com gás no Mojito. Enquanto a Caipirinha usa cachaça, limão e açúcar (sabor intenso e alcoólico), o Mojito é feito com rum branco, limão, açúcar, hortelã e água com gás, resultando em uma bebida mais leve, aromática e refrescante.


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